[Talk-br] Mapeando locais religiosos

Fernando Trebien fernando.trebien em gmail.com
Quarta Outubro 30 20:18:37 UTC 2013


Hm, retiro o que eu disse. Conferi agora as regras de estilo do Mapnik
(https://github.com/openstreetmap/mapnik-stylesheets/blob/master/osm.xml)
e não há referência aos cruzeiros (ou seja, não vai aparecer nada).
Nem mesmo áreas deveriam ser renderizadas. A área que você criou tinha
alguma outra tag (tipo building ou landuse)?

2013/10/30 Fernando Trebien <fernando.trebien em gmail.com>:
> Questão 1:
>
> Além de tudo que você disse, também é uma via fora do meio urbano.
> Talvez o fluxograma exija alguma adaptação que não pensamos antes, mas
> é bem comum uma via qualquer no meio rural não ter calçada em nenhum
> dos lados e com isso forçar os pedestres a dividirem espaço com os
> carros (usei isso como critério em alguns lugares urbanizados em Porto
> Alegre, pareceu fazer bastante sentido, mas não tinha proposto aqui
> ainda).
>
> Eu classificaria como living street como você fez se houver pedestres
> por lá com alguma regularidade (tal como você disse). Senão, usaria os
> demais critérios. Ela não consta no BIT, então não sei dizer se o solo
> é compactado (parece ser). Se for, seria terciária, senão (ou na
> dúvida) seria unclassified.
>
> Usando os critérios subjetivos tradicionais, acho que seria terciária
> também, mas marcá-la como living street é um bom aviso aos motoristas
> desavisados de que devem tomar cuidado com um grande volume de
> pedestres. Isso na verdade faria mais diferença se essa via fosse no
> meio da cidade (o que implicaria evitá-la mais ao calcular uma rota),
> no lugar em que está não faz muita diferença.
>
> Independente de qual for a sua classificação, como é um caso difícil,
> é bom anotar o critério usado na tag "note".
>
> Questão 2:
>
> Deveria funcionar tanto com pontos quanto com áreas. Uns meses atrás,
> eu reclamei pro time do Mapnik que monumentos mapeados como pontos não
> estavam renderizando, mas como áreas sim. Seria exatamente o mesmo
> caso desse elemento. (Eles deveriam padronizar os estilos né.) Se
> esses cruzeiros forem suficientemente grandes (pelo menos uns 3 metros
> de comprimento), daria pra mapear como área, senão o certo é reclamar
> pro Mapnik.
>
> Soube inclusive que já foi resolvido, mas provavelmente ainda não
> instalaram a nova versão no site principal.
> https://trac.openstreetmap.org/ticket/4836
>
> Questão 3:
>
> Estátua, se for em homenagem a uma pessoa ou a um grupo de pessoas
> (monumento comemorativo), é historic=memorial, senão (monumento
> simbólico) é historic=monument.
> http://wiki.openstreetmap.org/wiki/WikiProject_Brazil/Refer%C3%AAncia#Hist.C3.B3ricos
>
> Questão 4:
>
> Deveria renderizar, está exatamente igual a uma que tem por aqui:
> http://www.openstreetmap.org/browse/node/842701818
> http://www.openstreetmap.org/browse/node/2481137047
>
> O que provavelmente está acontecendo é um conflito com o hamlet
> "Capela do Morro" logo ao lado. Quando duas coisas ocupam o mesmo
> espaço (no caso, o nome do hamlet e o nome da igreja), o Mapnik
> desenha apenas o de maior prioridade e descarta o outro. Ele não é
> muito esperto (não fica tentando formas diferentes de escrever o nome,
> tipo em uma linha só, ou escrever ao lado do ícone, etc.). Nesse caso,
> a sobreposição deve ser bem pequena (uns poucos pixels),
> essencialmente, falta de sorte sua. Como mapas diferentes têm
> priorizações diferentes, note que o nome aparece corretamente nas
> camadas Cycle Map e Humanitarian.
>
> Soluções: reclamar com a equipe do Mapnik para melhorarem o programa
> deles (muito improvável, é assim pra que eles não precisem comprar
> servidores mais potentes e pra não trabalharem com programas
> complicados demais de manter), ou (em parte "mapear para o
> renderizador") mover o hamlet um pouquinho mais pra longe (poderia ser
> do outro lado da rua, por exemplo). Excepcionalmente, eu abriria uma
> exceção para mapear para o renderizador, por se tratar de um destino
> famoso.
>
> 2013/10/30 Edil Queiroz de Araujo <edileqa em gmail.com>:
>> Olá pessoal,
>>
>> Não sei se o assunto do tópico foi mais adequado, pois trata-se de quatro
>> questões a respeito de uma mesma região, o bairro Capela do Alto, Guapiara,
>> SP, um bairro de tradições e concentrações religiosas.
>>
>> Não sei se deveria colocar as quatro questões no mesmo tópico, caso seja
>> muito abrangente podemos tratar do primeiro assunto e assim vamos por
>> partes, he he :)
>>
>> Segue link da região no OpenStreetView, com algumas fotos dos itens
>> mapeados:
>> http://openstreetview.org/?lat=-24.186362971273603&lon=-48.47936153411796&zoom=14
>>
>>
>> A primeira, é sobre a Rodovia Maria Mãe dos Caminhantes: Embora esse assunto
>> já tenha gerado muitas discussões nesta lista, levanto esta dúvida devido a
>> algumas características especiais que ela possui, como: Não é pavimentada,
>> liga diretamente a SP-250 (ou SP-252?) ao bairro capela do Alto e ao mesmo
>> tempo serve de via sacra, um grande cruzeiro dividido em 15 estações até o
>> bairro – ou seja, muitos pedestres devido ao tema religioso desta via. Isso
>> me levou a classifica-la como “living street”. Mas gostaria de questionar
>> esse meu ponto de vista, pois é uma caso especial.
>>
>>
>> A segunda é sobre cruzeiros, especificamente as cruzes que demarcam as
>> estações. Qual é o procedimento correto para se mapear esse item? Eu apenas
>> coloquei um nó ou ponto individual ao lado da via e defini
>> “historic=wayside_cross”, o que não renderizou. Experimentei então criar um
>> quadrado com a mesma tag e deu certo, mas acho que não fiz o correto.
>>
>>
>> A terceira é sobre estátuas. Ainda não sei qual procedimento correto de se
>> mapear uma estátua. Lá tem várias. Quais são as instruções?
>>
>>
>> A quarta seria sobre a igreja que fica bem no centro do bairro... na
>> renderização o nome não aparece. Isso seria porque usei apenas um nó e não
>> uma área?
>>
>>
>> Ah, estou usando o editor JOSM. Aproveitando a questão da tag source, vou
>> cuidar desse detalhe que faltou em algumas edições que fiz :(
>>
>>
>> Edil Queiroz de Araujo
>> Projeto RGM - Ribeirão Grande em Mapas
>>
>>
>>
>>
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