[Talk-br] Rota maritma turística

Alexandre Magno Brito de Medeiros alexandre.mbm em gmail.com
Segunda Maio 12 21:22:30 UTC 2014


Eu sei! Minha empolgação há muito deixou de ser ter um mapa bonitinho no
papel (na parede). Isso é só mais uma coisa que o projeto resolve.

Alexandre Magno


Em 12 de maio de 2014 18:14, A. Carlos <anorcarlos em hotmail.com> escreveu:

>
>
>
> *Alexandre...*Interessante este teu ponto de vista em relação ao OSM, e o
> que tens em mente mapear...
> Hoje com os recursos que existem em ternos de navegação, o que vc chama de
> trajetos "fora da estrada"
> mesmo sendo fora da estrada, pelo OSM eles pode muito bem ser importados
> para estes GPS, então tudo
> que mapeares,mesmo "fora da estrada" é uma mão na roda no projeto...
>
> ------------------------------
> From: alexandre.mbm em gmail.com
> Date: Mon, 12 May 2014 17:59:30 -0300
> To: talk-br em openstreetmap.org
> Subject: Re: [Talk-br] Rota maritma turística
>
>
> Meu interesse pragmático principal no OpenStreetMap, que ainda nem comecei
> direito a desenvolver, é exatamente mapear trilhas, caminhos e lugares que
> não puderam ser alcançados por um carro. Acessos que são próximos a mim e
> que conheço, que são próprios dos "fora de estrada", dos ciclistas de
> bicicleta de montanha, ou daquelas pessoas que andam a pé "pegando atalhos".
>
> Para mim, no campo de visão que eu tenho, a riqueza e o diferencial mais
> impactante do OpenStreetMaps está na possibilidade de ter e criar esses
> mapas mais específicos, e compartilhá-los com o mundo. É claro que existe
> várias coisas muitíssimo mais importantes do que essas especifidades, no
> OpenStreetMaps, mas, sinceramente, o que atrai meu esforço para ele, é são
> elas.
>
> Anos atrás, quando eu nem sabia que existia o OpenStreetMaps, foi
> solicitando a mim, na comunidade eclesial que eu frequentava, a criação de
> um mapa "atraente, bonitinho e colorido", para ser imprimido em tamanho
> grande e colocado na parede, um mapa do bairro no qual eu resido. O mapa
> mostraria uma organização em "setores de evangelização" (o que é o de
> menos, uma camada simples), mas também cada casa numerada, o projeto
> urbanístico de cada praça, e os principais pontos de referência de toda a
> área mapeada. Eu fiz uma pesquisa e uma coleta de dados séria. Fui até a
> secretaria de urbanismo da prefeitura e obtive -- somente para essa
> finalidade -- dados de projetos arquitetônicos, diretamente com os próprios
> arquitetos. Mas o tempo passou e meu perfeccionismo atrapalhou também, de
> tal modo que não concretizei o trabalho. Hoje, resta-me o arquivo de vetor
> no Inkscape, detalhado, mas com dados que não são liberados para qualquer
> uso, e projeto que carece da finalização no que diz respeito "ao urbanismo
> mais colorido" que se pretendia (se é que vocês me entendem). Hoje, eu dou
> Graças a Deus não ter ido até o fim com aquele esforço tal como ele estava
> concebido! Um projeto com uma aplicação muito restrita. Agora, eu tenho a
> intenção de algum dia aparecer com a resposta a aquela solicitação dos meus
> caros evangelizadores, mas* em ODBL!*
>
> Alexandre Magno
>
>
> Em 12 de maio de 2014 15:13, Arlindo Pereira <
> openstreetmap em arlindopereira.com> escreveu:
>
> Olá pessoal,
>
> o usuário Thiago PV levantou um questionamento interessante numa nota de
> mapa, que eu gostaria de abrir com vocês.
>
> http://www.openstreetmap.org/note/162857
>
> Ele argumenta que a rota em questão é uma rota turística, não uma rota de
> transporte metropolitano (como as outras linhas que cortam a Baía de
> Guanabara), portanto não deveria estar representada no mapa. Eu discordo.
>
> Gostaria de convidar a leitura da conversa na nota e dar seus dois
> centavos, aqui ou lá.
>
> Abraços,
> Arlindo
>
>
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