[Talk-br] RES: Digest Talk-br, volume 81, assunto 7

Reinaldo Neves rneves em equacao.com.br
Segunda Junho 8 22:25:40 UTC 2015


Ivaldo boa noite,

 

Como sempre toda contribuição é bem vinda, e é claro que sempre vai existir diferença de opinião e consenso nesses assuntos, mas vamos a algumas considerações.  

 

Não cabe aqui a discussão pois não estamos tratando a nível organização, mas não acredito que se possa comparar o DNE com o SISBB e outros, aliás até onde sei ninguém nunca solicitou aos correios nada além daquilo que era distribuído gratuitamente como nome de guia postal brasileiro antes de 2004/2005.  Em todos esses anos nunca soube de alguém pedindo as definições do banco de dados Oracle utilizado, fontes de programa ou coisa que o valha.

 

Sou um dos muitos usuários dos dados DNE e pago por isso, alias depois que deixaram de lado os contratos estrambólicos do inicio do processo de licenciamento ficou viável para muitos pagarem mesmo havendo as restrições de tipo de uso que pode ser dado, outra excrescência na minha humilde opinião.  Aliás dificultar o uso dos dados do DNE também é esquisito do ponto de vista operacional, não tenho os número mas aposto que custa mais ao correio o retrabalho em correspondência mal endereçada do que ele ganha nesse licenciamento, até porque os chamados “grande usuários” nunca incorreram nesse custo.

 

Concordo com você que o CEP é um detalhe numa base de endereços, tem a sua importância é claro para determinados fins, mas não deve ser determinante para a montagem dela.

 

Quanto a mapas e endereços oficiais  desculpe depender de 5.570 municípios ter isso, ceder a informação e mapas é utopia, não se consegue uma posição favorável nem do Correio que é uma entidade só, imagine tratar com administrações publicas sem nenhum horizonte de continuidade.  Alias nem mesmo as empresas privadas de mapas, google, here, e outras, ficam nessa dependência.

 

Pior se ficarmos no ‘oficial’ deixamos de lado sítios, fazendas, aldeias indígenas, favelas dentro de capitais inclusive e diversos outros aglomerados urbanos que efetivamente existem, devem ser onde o correio inclusive entrega correspondência.  

 

Quando falamos no OSM Brasil de uma base de endereços abertos estamos indo muito além da entrega de carta ou do interesse do Correio, estamos pensando efetivamente no bem público, por isso aberto, livre e sem restrição de uso.  Se as prefeituras o correio o IBGE ou qualquer outra concessionaria quiser aderir são bem vindos.

 

Alias apoio desse porte em termos de pessoal, ( carteiros, recenseadores, etc ), com o devido treinamento e mesmo em nível de investimento deixaria o OSM Brasil melhor que qualquer outro mapa disponível afinal todos contribuímos com nosso CPF e tempo disponível.

 

Abraços

___________________________

Reinaldo Neves

Equação Informática

(11) 3221-3722

 

 

 

De: Ivaldo Nunes de Magalhães [mailto:ivaldonm em gmail.com] 
Enviada em: segunda-feira, 8 de junho de 2015 18:24
Para: talk-br em openstreetmap.org
Assunto: Re: [Talk-br] Digest Talk-br, volume 81, assunto 7

 

Pessoal, relativamente aos tópicos DNE, CEP, ECT, e CNEFE, gostaria de fazer alguns comentários pois recentemente estive envolvido com processos ligados aos mesmos, tendo trabalhando com o DNE e ainda sendo analista da ECT - correios, mas não falo em nome da mesma, mais sim por convicção própria.

 

1. ECT/Empresa Pública: realmente os correios são uma empresa publica, mas ela é uma empresa e não um órgão público (como um posto de saúde ou escola), fazendo parte da administração indireta. Nesse ponto, possui vários sistemas corporativos cuja utilização é restrita à empresa, no caso o DNE. Por exemplo: o BB - Banco do Brasil, também tem seus sistemas, entre eles o SISBB. É complicado para eles divulgarem sua base de dados ao público.

 

Toda a base de dados do DNE está disponível no busca CEP dos correios: http://www.bucacep.correios.com.br, onde é disponibilizado várias formas de consultas. Nisso a informação é publica, sem restrições de acesso.Não é muito complicado extrair relatórios lá, por bairros - por exemplo - enviar para o excel e depois csv, etc... Agora, as funcionalidades do sistema realmente são restritas à empresa.

 

2. Não existe, ainda, georreferenciamento no CEP, pois ele não identifica um ponto (identificação num mapa de um cruzamento de latitude com longitude), mas sim uma linha/logradouro, no caso de a cidade ter CEP por logradouros.

 

3. O CNEFE (Cadastro Nacional de Endereços para Fins Estatísticos) é outro ponto que deve ser visto com ressalvas. Veja que o próprio nome fiz:... para Fins Estatísticos. O que significa isso? Não é oficial.

 

Explico: embora o IBGE seja um órgão público, e portanto oficial, não significa que os endereços do CNEFE sejam oficiais. A única entidade com poder sobre os endereços são as prefeituras municipais, e as respectivas câmaras de vereadores. Porque isso? Qualquer loteamento, condomínio, bairro ou logradouro (rua, avenidas, etc) para existir dependem de decreto ou lei municipal. Sem isso, oficialmente não existe e não é reconhecida pelos órgão públicos.

 

Muitos dos endereços do CNEFE são coletados dos moradores nos censos. Quando a rua existe (fisicamente) ou não é oficial, o morador diz ao IBGE que mora na rua A, quando na verdade o nome correto da rua seria (ou será) B.

 

Exemplifico melhor, na prática: em meados de 2014 tivemos uma demanda para cadastrar mais de 250 logradouros de Formosa/GO existentes no CNEFE, mas que não tinham CEP. A primeira etapa foi consultar o mapa local, oficial, mais atualizado. Resultado: encontramos apenas 5 endereços, cuja grafia no mapa (a principio estava incorreta). Depois foi feito trabalho de campo na cidade, consultando os entregadores (carteiros) e prefeitura. Ao final, dos mais de 250 endereços, apenas 48 realmente existiam, sendo que mais de 25 estavam com nomes divergentes (prefeitura um, CNEFE outro).

 

Recentemente fim um mapeamento completo de uma cidade aqui do Mato Grosso do Sul, baseado no CNEFE e mapas do IBGE. Poucos dias depois obtive o mapa atualizado da prefeitura. Conclusão: mais de 85% dos endereços do CNEFE não existiam.

 

Não estou excluindo o CNEFE/Mapas IBGE como base, mas devem ser utilizadas se não existir nada oficial.

 

4. O que fazer então?

Realmente a seria muito bom que os correios tornasse público a base de dados do DNE via gratuidade da licença do sistema, mas para quê serviria isso? Bom, talvez para alguém ter algum nicho de trabalho facilitado, na validação de alguma coisa ou na inclusão dos CEPs de forma automática no OSM. Talvez algo mais. Sistemas são muito a minha área.

 

Vislumbro outras coisas mais úteis. O que?

O que é preciso para uma cidade ter CEP por logradouro?

Basicamente 3 coisas:

 - População = ou > que 50.000.

 - Mapa atualizado;

 - As informações do mapa (nome das ruas, bairros, limites) sejam oficiais (validados pela prefeitura).

 

Um exemplo

Minas Gerais tem mias de 30 cidades nessas condições, só falta o mapa. O que emperra o processo.

 

Entre 2013 e início de 2015 rodei bastante pelo DF e entorno. O DF está muito bem estruturado na atualização dos mapas, nas no entorno a situação é precária. Tem prefeitura que terceiriza os projetos de mapas por não ter pessoas capacitadas (sic) nessa área. Acredito que essa situação se repita pelo país.

 

Nesse ponto acredito que o OSM tem um papel fundamental: suprir essa lacuna de deficiência de pessoal capacitado, já que ("fazer mapas é fácil, basta querer") democratizou esse conhecimento com a disponibilização de suas ferramentas.

 

Desse modo, não vejo o CEP como um problema, mas uma prioridade menos importante, não urgente, frente ao nosso mapa atual: milhares de cidades nem aparecem. 

 

Outro ponto são as imagens muito desatualizadas do OSM. que dificulta o esforço criativo voluntário dos leigos, como eu.

 

Assim, acredito que o imediato seria focar em 2 frentes:

1- trabalhar fortemente com as prefeituras, no implemento das tecnologias do OSM para a produção de mapas inexistentes ou indisponíveis e atualização dos incompletos. Lembrando que a Terra é muito dinâmica, muda todo o dia. Por isso requer atualização constante.

 

2- implementação de imagens/camadas mais atualizadas no OSM. Talvez junto ao INPE, ou outra fonte. A imagem do google é muito superior à do OSM. Isso dificulta.

 

 

Para finalizar, a ECT pensa (ou já trabalha) com o OSM nas cidades com carência de mapa. A lógica é: pôxa, 70% do mapa da cidade está no OSM. Vamos incluir o resto e pedir que a prefeitura valide o mapa. Depois se importa para o QGis e pronto.

 

É isso, pessoal. A intenção foi colaborar de alguma forma e não se opor a ninguém. Abraços 

 

    

  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

   

 

 

 

 

 

 

 

 




Ivaldo Nunes de Magalhães

E-mail: ivaldonm em gmail.com

Blog: makermaps.blogspot.com.br

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Em 8 de junho de 2015 16:01, <talk-br-request em openstreetmap.org> escreveu:

Enviar submissões para a lista de discussão Talk-br para
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Você poderá entrar em contato com a pessoa que gerencia a lista pelo
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Tópicos de Hoje:

   1. RES:  RES: Reunião Periodica - OSM Brasil‏ (Reinaldo Neves)


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Message: 1
Date: Mon, 8 Jun 2015 17:00:31 -0300
From: "Reinaldo Neves" <rneves em equacao.com.br>
To: "'OpenStreetMap no Brasil'" <talk-br em openstreetmap.org>
Subject: [Talk-br] RES:  RES: Reunião Periodica - OSM Brasil‏
Message-ID: <002501d0a225$c637cde0$52a769a0$@equacao.com.br>
Content-Type: text/plain; charset="utf-8"

Helton boa tarde,



Tenho acompanhado esse problema do Correio desde 2005 quando eles renomearam o Guia Postal Brasileiro para diretório Nacional de Endereços e passaram a cobrar por essa base de dados.  Com valores absurdos e clausulas contratuais surreais.



E sinceramente enquanto o Correio e outras estiverem loteadas e nas mãos de pessoas que não tem noção do que seja bem público não tenho grandes esperanças de mudança.  Como o próprio Thierry narrou dia 3, já teve até projeto piloto para que os carteiros colaborassem com o OSM e não passou disso, pois sempre tem alguém do contra.



Apenas para adiantar o assunto, CEP num numa base de endereços publica, que inclusive não terá aderência ao modelo de dados dos correios, é apenas uma parte da informação e efetivamente acredito que sai fora do problema de licenciamento ou direito autoral, aliás a patente dos Correios é para o DNE e não para a informação do CEP.  O que não podemos é subir os dados do DNE direto para essa base de endereços ou do OSM, ou usar alguma coisa com estrutura parecida.



Abrir um processo ou fazer uma denuncia ao MP é outra encrenca, não temos um CNPJ que possa fazer isso e sempre haverá custo e risco legal, assim como a criação de um capítulo Brasil do OSM.



O que podemos é aderir ao open adrress ou criar nosso próprio projeto de endereço, transferindo os dados disponíveis de forma legal seja do IBGE, outras concessionárias ou entidades da área de logística.  E se lá na frente os Correios aderirem ótimo, senão a coisa anda por conta própria.





___________________________

Reinaldo Neves

Equação Informática

(11) 3221-3722 <tel:%2811%29%203221-3722> 













De: Helton Nogueira Uchoa [mailto:engenheiro.uchoa em gmail.com]
Enviada em: domingo, 7 de junho de 2015 18:52
Para: OpenStreetMap no Brasil
Assunto: Re: [Talk-br] RES: Reunião Periodica - OSM Brasil‏



Caros colegas,

Vou compartilhar informações que podem ajudar no encaminhamento sobre a base pública de endereços.

1.      A questão de dados públicos relacionados à cartografia ou outros dados georreferenciados tem sido uma longa discussão nestes últimos anos. Eu entendo que se os dados foram produzidos com dinheiro público e podem contribuir para o desenvolvimento do país devem ser disponibilizados publicamente. Já recomendei a alguns clientes que solicitassem os dados das instituições públicas com base na lei de acesso à informação.
2.      Eu conduzi alguns grandes projetos do Governo Federal envolvendo geotecnologias livres, como o Sistema de Gestão de Obras do Exército e o Sistema de Gestão de Patrimônio Ferroviário da ANTT. Devido a estes casos de sucesso, a equipe da EBCT responsável pelo projeto de geoprocessamento corporativo abriu um canal de comunicação comigo e tivemos algumas reuniões técnicas. Eles passaram mais de um ano estudando como montar a arquitetura deles e fiz o último contato em 2013, quando eles me apresentaram um ideia de fazer uma base de georreferenciada de arruamento. Eu expliquei que o investimento numa solução própria para uso interno seria muito onerosa e recomendei uma solução baseada no OSM a ser desenvolvida de forma colaborativa. Defini algumas linhas para integração com a comunidade e explanei como seria uma solução viável, mas os contatos não evoluíram para um projeto. Desta forma, não mantive mais contato sobre o assunto com eles, mas continuo estudando a evolução deste tema no Brasil.
3.      Se considerarmos os endereços uma base georreferenciada, então o CEP poderia ser enquadrado no art 3 do Decreto Federal 6.666 (INDE).

1.      Art. 3o  O compartilhamento e disseminação dos dados geoespaciais e seus metadados é obrigatório para todos os órgãos e entidades do Poder Executivo federal e voluntário para os órgãos e entidades dos Poderes Executivos estadual, distrital e municipal.

Considerando que as empresas públicas federais se enquadram em "entidades do Poder Executivo Federal" (não tenho certeza se isso é verdade), então seria obrigatório que a EBCT publicar esta base dentro dos padrões definidos na INDE.

Considerando verdade o parágrafo anterior, então o problema do CEP pode ser resolvido com uma denúncia formal ao Ministério Público pelo descumprimento do Decreto Federal 6.666.

Espero ter contribuído com uma visão diferente sobre o mesmo tema.

Abs,

Uchoa






--
Helton Nogueira UCHOA :: engenheiro.uchoa em gmail.com
Information Technology and Geospatial Specialist - Project Manager

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Em 3 de junho de 2015 19:24, Reinaldo Neves <rneves em equacao.com.br> escreveu:

Senhores apenas para não deixarmos em branco e manter a lista informada resolvi fazer um breve relato da reunião online de hoje, caso tenha deixado passar alguma coisa por favor me corrijam.



Reinaldo

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Após uma breve apresentação o Thierry relatou sobre artigos publicados, dos quais já tivemos noticias na lista e encontros que teve com pessoas do IBGE, Correios Brasil, Correios França cujo resumo é:



1)      O Correio francês esta em processo de auxiliar na montagem de um cadastro de endereços open, feito por terceiros

2)      O IBGE tem interesse nesse tipo de trabalho e não faz restrições ao uso do CNEFE

3)      No segundo semestre o IBGE libera atualização do CNEFE com dados de lat/long de outros endereços além dos já existentes em área rural

4)      A EBCT tem projeto de cadastro de endereços, que está parado em função de discordâncias internas sobre ser um projeto open, ou o correio continuar “dono” da Informação

5)      Foi feito projeto piloto entre OSM/Correio em Trindade para capacitar carteiros a contribuir com o OSM, encontra-se no mesmo status do item anterior pelos mesmos motivos



Foi sugerido que se de força as pessoas favoráveis ao projeto open, onde a comunidade OSM possa influir é claro, convidando-as a verbalizar sua posições na mídia escrita e em fóruns nacionais e internacionais que tratem do assunto, como por exemplo o encontro a realizar-se no México e Chile em futuro próximo.



Falamos em retomar o processo de constituir o capítulo Brasil do OSM, eventualmente agregando o projeto de endereços abertos sugeridos pelo Thierry.  Neste ponto foi sugerida adesão ao projeto open address ( http://openaddresses.io ), não conheço o projeto e não tenho como opinar, contribuições são bem vindas da parte de que já tenha maiores informações.



Neste ponto foi colocado que um projeto de endereços seja open address ou próprio da comunidade brasileira deve seguir próximo, mas separado do OSM para que a qualidade de dados das fontes de endereço não comprometa as informações do OSM.  Como alguns de nós já pode constatar, mesmo vindo de entidades governamentais como o IBGE a coleta dessas informações depende de pessoas na ponta, que muitas vezes não tem preocupação com os dados de endereço.  O mesmo acontece com dados de entidades privadas.



Quanto ao uso de dados do DNE dos correios definiu-se que os mesmo não sejam utilizados em qualquer dos dois projetos OSM e OpenAddress enquanto os Correios não alterem sua politica de licenciamento para algo que viabilize o uso dos dados do DNE.



Como primeiro ensaio para o BDEnderecos, fique de disponibilizar o que tenho de dados do CNEFE normalizados e higienizado para processamento com o OSM, precisamos apenas coordenar como sera a transferência ou acesso a esses dados.  Deixo meu email ao final da mensagem para esse e outros contatos.



Nesse ponto foram compartilhados links sobre o assunto ECT e pesquisa de CEP/Endereço que compartilho aqui para conhecimento de todos:



http://codigourbano.org/por-que-o-cep-deve-ser-tratado-como-informacao-publica/



http://ceplivre.com.br/



Também conheço o: http://viacep.com.br, e trabalho na estruturação do http://pepbr.com.br



Devido ao adiantado da hora encerrou-se a reunião e ficou marcado novo encontro para a próxima quarta dia 10/06, em principio no mesmo horário.



Thierry se possível me envie o arquivo do cartão que mencionou.



Abraços a todos



___________________________

Reinaldo Neves

rneves em equacao.com.br

Equação Informática

(11) 3221-3722 <tel:%2811%29%203221-3722> 









De: Thierry Jean [mailto:thierryajean em hotmail.com]
Enviada em: terça-feira, 2 de junho de 2015 18:16
Para: talk-br em openstreetmap.org
Assunto: [Talk-br] Reunião Periodica - OSM Brasil‏



Caros,
 Precisamos reativar as nossas reuniões periódicas. Sugiro que elas aconteçam a cada 2 semanas, nas quartas-feiras ao meio dia.
 Comprei uma licença do ZOOM que funciona muito bem em mobile, além de funcionar em notebooks. É só baixar o app do Zoom e digitar o id do meeting.

Time: Jun 3, 2015 12:00 PM (GMT-3:00) Sao Paulo

Join from PC, Mac, iOS or Android:  <https://zoom.us/j/5694747229> https://zoom.us/j/5694747229

Or join by phone:

+55 (213) 958-7888 <tel:%2B55%20%28213%29%20958-7888>  <tel:%28213%29%20958-7888>  (Brazil Toll)

Meeting ID: 569 474 7229

International numbers available:  <https://zoom.us/zoomconference> https://zoom.us/zoomconference






Os assuntos:
Estudar a Criação de um projeto de banco de dados de endereços aberto (lougradouro, CEP, número da casa, Lat/long)
 Local chapter - OSM Brasil
 Negociação com INDE do ministerio do planejamento
 Visita ao IBGE, a 2 semanas atrás
 Palestras dadas recentementes (MundoGeo, Tela Viva)
 Materia que passou na Globo na Universidade de São Carlos
 SOTM Latam que acontecerá em Setembro em Santiago do Chile
------> Necessidade de ajudar o Julio a criar os tópicos e convidar palestrantes como Correios, INDE, IBGE, outros


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