[Talk-br] Hierarquia das rodovias

Fernando Trebien fernando.trebien em gmail.com
Sexta Junho 14 19:42:43 UTC 2013


Bem Vitor, várias pessoas me contestaram quando eu propus essa forma
de classificação no início da discussão, dizendo que isso não reflete
a "importância" das vias. Quando eu terminei o fluxograma, os alemães
me disseram que era do jeito que você apontou (por nível
administrativo: federal, regional e municipal) que eles fazem lá.
Nesse ponto do processo eu já mudei a minha opinião de forma que a
"importância" me parece melhor traduzida pelo "volume de tráfego", que
é mais objetivamente expresso pela "estrutura" (que também define a
"segurança", afetando a "relevância" - logo, a "importância" - da via
ao calcular uma rota).

Num mundo ideal, as vias nacionais deveriam ser as mais importantes,
tanto pela distância que percorrem quanto pelo responsável por elas (o
governo, que está no topo da hierarquia administrativa). A
manifestação mais comum foi justamente de que isso não se verifica na
prática em diversos casos.

Então, embora a sua visão seja a mesma minha inicial e a mesma dos
alemães e a dos argentinos (e provavelmente de várias outras
comunidades também), nesse ponto eu já desconfio se seria "útil"
classificar assim. Algo que expressasse a estrutura me parece mais
útil para decidir a melhor rota.

O que podemos fazer é o seguinte: fazemos um outro fluxograma tomando
o nível administrativo como critério principal, e depois cada um vota
no que achou melhor, e continuamos a partir daí. Podemos repetir a
votação ano que vem, como o Geraldo sugeriu. Eu só não sei se isso
faria muita diferença. Eu postei no fórum uma enquete sobre diferenças
entre motorway e trunk e ninguém respondeu.

Se optarmos pelo novo, já teremos um problema porque já há uma pessoa
fazendo a reclassificação no Rio Grande do Norte. Eu mesmo não comecei
no Rio Grande do Sul por falta de tempo, mas se tivesse, a essas
alturas já teria mudado tudo.

2013/5/17 Vítor Rodrigo Dias <vitor.dias em gmail.com>:
> Tendo a concordar com a categorização orientada pela classificação de
> rodovias. Por mim, eu pensaria na seguinte orientação para áreas rurais:
>
> - motorway: a mesma sugestão com a qual todos mais ou menos concordam
> - trunk: rodovia federal, asfaltada
> - primary: rodovia estadual, asfaltada
> - secondary: rodovia estadual de ligação local ou acesso (em MG, as LMG e
> AMG), asfaltada; rodovia/estrada municipal asfaltada
> - tertiary: rodovia ou estrada federal/estadual/municipal, não asfaltada
>
> Nas edições que tenho feito, tenho seguido essa orientação, só não tenho
> colocado "trunk" para as rodovias federais pelas quais passo.
>
>
> Vítor Rodrigo Dias
> Revisor de textos
> Tradutor port/ing/port e port/esp/port
> Telefone: (31) 9895-3975 - TIM
>
>
> Em 17 de maio de 2013 00:11, Fernando Trebien <fernando.trebien em gmail.com>
> escreveu:
>>
>> Olá Pedro,
>>
>> Não quero me repetir, mas a minha proposta para classificação das vias
>>
>> (http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Pt-br:How_to_map_a#Categoriza.C3.A7.C3.A3o_de_vias_.28outra_sugest.C3.A3o.29)
>> dá prioridade à classificação oficial do governo e só usa essas outras
>> características (como número de faixas) na falta dessa informação.
>> Afinal, não é difícil (pelo menos por aqui no sul) encontrar uma via
>> residencial de 4 pistas e uma via primária (arterial) de 2 pistas. Já
>> a presença de pavimentação é um indicador mais forte, afinal as vias
>> menos importantes tendem a não ser asfaltadas.
>>
>> Mas o indicador mais forte de todos é a preferência. Num cruzamento, a
>> via que tem uma placa Pare tem que, necessariamente, ser de um tipo
>> "inferior" ao da via que não tem. Onde há mais tráfego, há semáforos
>> ao invés de placas Pare. Nesse caso, é a temporização do semáforo que
>> indicaria algo sobre a preferência, mas esse já é um fator mais
>> difícil de medir e que, inclusive, pode mudar e passar despercebido.
>> Geralmente só muda em regiões que estão se desenvolvendo, onde
>> terciárias estão virando secundárias.
>>
>> Mas note que a preferência sozinha não estabelece a classificação em
>> todos os casos e pode gerar alguns situações contraditórias (como
>> "deadlocks" de prioridade). Isso é raro, e quando acontece, acho
>> melhor usar outras características pra classificar.
>>
>> Em particular, em motorways e trunks eu penso que a velocidade máxima
>> é o fator predominante na classificação, pois ela define várias
>> características de projeto da via (como o tipo de acesso, a
>> pavimentação, o número de pistas, etc.). Mais de 80km/h é sempre
>> motorway (como nas freeways e autobahns). 80km/h em meio urbano é
>> trunk, sem dúvida, por se encaixar na definição de "via expressa" que
>> consta no próprio wiki (em inglês). Já em meio rural, 80km/h pode ser
>> trunk, primária, secundária ou até terciária, o critério para decidir
>> é a classificação oficial (se é rodovia nacional, estadual ou
>> intermunicipal). Na falta de classificação oficial, a melhor forma de
>> prover uma classificação informal é por comparação com as vias
>> próximas. Como são vias pouco importantes, eu não discutiria muito
>> sobre a classificação delas a menos que impactasse significativamente
>> o planejamento de rotas com GPS, por exemplo.
>>
>> A ausência de sinalização de trânsito também é um sinal de que a via é
>> pouco importante; digamos, uma estrada asfaltada que conecte duas
>> cidades mas que não tenha quase nenhuma placa e não tenha marcação de
>> pistas no asfalto não corresponde sequer ao perfil típico das rodovias
>> estaduais, então ela só poderia ser (pela minha proposta) terciária ou
>> inferior.
>>
>> Em meio urbano, é mais fácil assumir que as vias citadas como
>> "arteriais" em fontes oficiais (como a prefeitura da cidade) são todas
>> "primárias". Baseado nisso, em Porto Alegre, eu apliquei um
>> "algoritmo" iterativo para classificar as ruas que faltavam:
>> - todas as que não eram arteriais começavam como "residenciais"
>> - dessas, as preferenciais eram promovidas para "terciárias", não
>> importando se eram asfaltadas ou não ou que não correspondessem
>> exatamente à definição no wiki - invariavelmente eram caminhos mais
>> rápidos dentro dos bairros
>> - quando várias terciárias cruzavam uma via longa com mais preferência
>> sobre todas elas, a via cruzada se tornava "secundária"
>>
>> Pra produzir um resultado bom, a regra acabou sendo um pouco mais
>> complexa que isso e se alguém quiser posso dar mais detalhes, mas
>> fiquei bem contente com o resultado até agora e com as rotas
>> produzidas pelo OSRM.
>>
>> 2013/5/16 Pedro Geaquinto <pedrodigea em gmail.com>:
>> > Eu continuo não concordando com essa definição de trunk.
>> >
>> > É muito simples tomar apenas como medida as faixas (2x2). Na minha
>> > concepção, a diferenciação na tag "highway=*" é de hierarquia,
>> > independente
>> > de sua disposição física. A wiki em inglês, fala que mesmo
>> > highway=motorway
>> > pode ser em via simples (mesmo não sendo comum), desde que seja em
>> > pequenos
>> > trechos, larga (2x2+), com acessos e saídas, e sem interrupções, sem
>> > perder
>> > o número de faixas. [1]
>> >
>> > Tudo bem que o formato físico é um ótimo parâmetro para tratar como
>> > padrão.
>> > Tomando como analogia: imagine se todos os trechos duplicados em trechos
>> > urbanos fossem "trunk"? Seria completamente incorreto.
>> > Da mesma forma, existem vias em certos estados que são obviamente mais
>> > importantes que outras vias mesmo ambas sendo simples (1x1)! E por essa
>> > convenção que estamos estipulando o contraste seria... primary vs
>> > primary.
>> > Tem que haver algum contraste, vocês não acham que a tag "trunk" não
>> > está
>> > sendo subutilizada nesse caso? Em vários países da América do Sul, como
>> > Argentina e Uruguai, já vi essa tag sendo utilizada para pista 1x1.
>> >
>> > O que eu acho é que deveriamos fazer uma lista de vias que não são trunk
>> > só
>> > tomando em consideração as faixas (2x2) e também são mais importantes
>> > que
>> > uma simples primary, ou seja, tem importância interestadual.
>> >
>> > E para mim, não vale o argumento de que uma pessoa vai olhar para o mapa
>> > e
>> > achar que a via tem 2x2. Existe a tag "lanes=*" justamente para isso.
>> >
>> > Portanto, minha lista para o meio rural, ficaria (mudanças em vermelho):
>> >
>> > motorway: rodovia duplicada, com canteiro central, sem cruzamentos, com
>> > acessos e saídas especiais e restrições para tráfego exterior. Exceções
>> > em
>> > pista simples podem acontecer, desde que sejam em pequenos trechos da
>> > extensão da rodovia e que não perca o número de faixas.
>> > trunk: rodovias pavimentadas de grande importâcia interestadual (ou
>> > nacional) listadas independente da sua disposição física. Em casos
>> > gerais,
>> > uma rodovia com mais de 4 faixas (2 por sentido), que pode ser
>> > atravessada
>> > em um ou mais pontos. Uma rodovia duplicada com faixas de pedestres,
>> > sinais
>> > de trânsito e lombadas seria trunk.
>> > primary: rodovias de pista simples e pavimentada, de grande importância
>> > intermunicipal (ou estadual).
>> > secondary: mesmo formato físico de primary, porém como via alternativa a
>> > uma
>> > primary ou rodovias de acesso à cidades menores. Outro caso para
>> > utilização
>> > é um corredor importante para o estado, porém não pavimentado.
>> > tertiary: sem pavimentação, liga municípios. Com pavimentação, liga
>> > distritos num mesmo município ou é alternativa a secondary.
>> > unclassified: via menor não pavimentada.
>> >
>> >
>> > [1]: Retirado da wiki: "In the less usual case of a motorway where
>> > traffic
>> > travels i both directions along the same carriageway use a single way
>> > and
>> > tag it with oneway=no."
>> >
>> >
>> > Em 16 de maio de 2013 20:05, Arlindo Pereira
>> > <openstreetmap em arlindopereira.com> escreveu:
>> >
>> >> Sim, os dados do IBGE são de domínio público, pede-se apenas a
>> >> atribuição
>> >> dos dados, o que pode ser feito com source=IBGE.
>> >>
>> >> []s
>> >>
>> >> Em 16/05/2013 19:46, "Vítor Rodrigo Dias" <vitor.dias em gmail.com>
>> >> escreveu:
>> >>
>> >>> Uma fonte razoável de dados e que está disponível para o público,
>> >>> embora
>> >>> não seja 100% confiável, são os mapas de setores censitários do IBGE,
>> >>> disponíveis em seu FTP. É possível usar esses dados nos mapas?
>>
>> >>>
>> >>>
>> >>> Vítor Rodrigo Dias
>> >>> Revisor de textos
>> >>> Tradutor port/ing/port e port/esp/port
>> >>> Telefone: (31) 9895-3975 - TIM
>> >>>
>> >>>
>> >>> Em 16 de maio de 2013 19:44, Vítor Rodrigo Dias <vitor.dias em gmail.com>
>> >>> escreveu:
>> >>>>
>> >>>> Ah sim, agora entendi! Muito obrigado pela explicação!
>> >>>>
>> >>>> Abraços,
>>
>> >>>>
>> >>>>
>> >>>> Vítor Rodrigo Dias
>> >>>> Revisor de textos
>> >>>> Tradutor port/ing/port e port/esp/port
>> >>>> Telefone: (31) 9895-3975 - TIM
>> >>>>
>> >>>>
>> >>>> Em 16 de maio de 2013 19:14, Fernando Trebien
>> >>>> <fernando.trebien em gmail.com> escreveu:
>> >>>>
>> >>>>> Tem uma explicação sobre o uso dos dados do Google no meio do FAQ do
>> >>>>> OSM:
>> >>>>>
>> >>>>> http://wiki.openstreetmap.org/wiki/FAQ#Why_don.27t_you_just_use_Google_Maps.2Fwhoever_for_your_data.3F
>> >>>>>
>> >>>>> "They [Google, NAVTEQ, TeleAtlas], in turn, have obtained some of
>> >>>>> this
>> >>>>> data from national mapping agencies (such as the Ordnance Survey).
>> >>>>> Since they've made significant financial investments to gather this
>> >>>>> data, these organisations are understandably protective of their
>> >>>>> copyright. If you collect data from Google Maps in this way, you are
>> >>>>> creating a "derived work". Any such data retains the copyright
>> >>>>> conditions of the original. In practice, this means your data is
>> >>>>> subject to the licensing fees, and contractual restrictions, of
>> >>>>> these
>> >>>>> map providers. That's exactly what OpenStreetMap is trying to
>> >>>>> avoid."
>> >>>>>
>> >>>>> Ou seja: legalmente, o mapa não pode ser usado para absolutamente
>> >>>>> nada. Talvez você possa tirar uma dúvida ou outra, mas não pode sair
>> >>>>> copiando o nome de todas ruas, ou a sua classificação, ou o nome dos
>> >>>>> bairros, das praças. As imagens de satélite também não podem ser
>> >>>>> usadas para traçar o mapa do OSM. Já o Google Street View até pode
>> >>>>> ser
>> >>>>> usado para "lembrar algum detalhe de um lugar por onde você passou",
>> >>>>> o
>> >>>>> que é bastante subjetivo, então é bom ter cuidado:
>> >>>>>
>> >>>>>
>> >>>>> https://help.openstreetmap.org/questions/710/can-i-use-google-streetview-to-help-create-maps
>> >>>>>
>> >>>>> Sem dúvida alguma, tudo que contiver a tag source=Google será mais
>> >>>>> cedo ou mais tarde removido do mapa. E tudo que é removido
>> >>>>> legalmente
>> >>>>> acaba removendo também os changesets subsequentes, podendo jogar
>> >>>>> fora
>> >>>>> o trabalho de (talvez muitas) outras pessoas.
>> >>>>>
>> >>>>> Quanto à classificação das vias, acho que as definições no wiki são
>> >>>>> um
>> >>>>> tanto ambíguas. Eu comecei a pensar sobre isso comparando com outros
>> >>>>> países
>> >>>>>
>> >>>>> (http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Highway:International_equivalence),
>> >>>>> e depois de considerar o tipo de acesso típico a cada via
>> >>>>>
>> >>>>>
>> >>>>> (http://wiki.openstreetmap.org/wiki/OSM_tags_for_routing/Access-Restrictions),
>> >>>>> de olhar o mapa de outras cidades (especialmente Rio de Janeiro, que
>> >>>>> é
>> >>>>> a cidade mais bem mapeada no Brasil no OSM), acabei propondo o
>> >>>>> seguinte método há algum tempo atrás:
>> >>>>>
>> >>>>>
>> >>>>> http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Pt-br:How_to_map_a#Categoriza.C3.A7.C3.A3o_de_vias_.28outra_sugest.C3.A3o.29
>> >>>>>
>> >>>>> Apliquei isso em Porto Alegre (onde eu moro), especialmente para
>> >>>>> decidir o que é primária (estava tudo errado) e o que é terciária
>> >>>>> (faltava essa classificação em toda a cidade).
>> >>>>>
>> >>>>> A proposta não é muito diferente do que o wiki diz hoje (em inglês
>> >>>>> ou
>> >>>>> em português) ou do que o Gerard propôs, mas acho que há menos
>> >>>>> espaço
>> >>>>> para confusão. Ainda preciso atualizar o texto com a distinção entre
>> >>>>> "highway=living_street" e "service=alley" (nosso conceito brasileiro
>> >>>>> de "beco" não é exatamente o mesmo descrito no wiki, que parece mais
>> >>>>> com o de "alamedas" e cuja característica principal é o "acesso a
>> >>>>> serviços") e a distinção entre footway, pedetrian e path, e entre
>> >>>>> path
>> >>>>> e track (discussões recentes na comunidade internacional).
>> >>>>>
>> >>>>> Uma prévia pouco estruturada: footway (literalmente, "via para
>> >>>>> passar
>> >>>>> à pé"), muitos defendem, geralmente é um caminho estreito
>> >>>>> pavimentado
>> >>>>> e urbano; pedestrian é um caminho largo que muito provavelmente foi
>> >>>>> aberto a veículos um dia e depois fechado para uso exclusivo por
>> >>>>> pedestres (ex.: as ruas recentemente convertidas para o turismo no
>> >>>>> centro de Paris); path (literalmente, "caminho") é o oposto:
>> >>>>> geralmente não pavimentado e em meio rural, ou numa área verde (como
>> >>>>> um grande parque no meio da cidade). Path não costuma ser usado para
>> >>>>> caminhos usáveis por veículos motorizados, para os quais o ideal é
>> >>>>> usar track (literalmente "trilha"). Essas traduções são similares, e
>> >>>>> as pessoas chamam de "trilha" algumas coisas que são path e de
>> >>>>> "caminho" algumas coisas que são track, até mesmo em inglês, e para
>> >>>>> aumentar a confusão todos os caminhos podem ser combinados com tags
>> >>>>> de
>> >>>>> acesso (foot=yes/no, motor_vehicle=yes/no) e de superfície
>> >>>>> (surface=sand, surface=asphalt). Os perfis do JOSM sugerem que paths
>> >>>>> normalmente são usados para fazer "hiking" (normalmente traduzido
>> >>>>> como
>> >>>>> "trilha" !!, talvez pela semelhança com "trekking"), enquanto que
>> >>>>> tracks podem ser usados para "hiking" e também "mountain biking".
>> >>>>>
>> >>>>> Nada além da subjetividade impede que se use "path" para mountain
>> >>>>> biking, ou "track" para um caminho estreito para pedestres no meio
>> >>>>> da
>> >>>>> cidade, mas alguns sistemas de roteamento (como o OSRM) consideram
>> >>>>> que
>> >>>>> track é usável por carros. Ou seja, a escolha é livre, mas há
>> >>>>> consequências, particularmente para o planejamento de rotas (para
>> >>>>> carros, para pedestres, para ciclistas, para cadeirantes, etc.), e
>> >>>>> também para a compreensão visual do mapa.
>> >>>>>
>> >>>>> Sei que serei um pouco criticado (pois a comunidade defende que não
>> >>>>> é
>> >>>>> certo mapear pensando no aspecto visual do mapa), mas talvez ajude
>> >>>>> pensar no estilo visual default do Mapnik como indicador da intenção
>> >>>>> de cada coisa. O Mapnik parece ter sido feito para essa descrição
>> >>>>> "prévia": tracks, normalmente não pavimentadas, são desenhadas como
>> >>>>> uma linha marrom, sólida e de espessura média (menos que outras
>> >>>>> ruas,
>> >>>>> mais do que footway e path). Pedestrian é larga como uma rua, mas é
>> >>>>> cinza. Living street também é larga, mas é mais escura, sugerindo
>> >>>>> que
>> >>>>> é mais difícil passar. Já footway é vermelha, fina e pontilhada,
>> >>>>> chamando a atenção num fundo complexo como o de uma cidade, e path é
>> >>>>> fina e tracejada, mais compatível com o fundo verde e pouco complexo
>> >>>>> de ambientes rurais.
>> >>>>>
>> >>>>> 2013/5/16 Vítor Rodrigo Dias <vitor.dias em gmail.com>
>> >>>>> >
>> >>>>> > Entendido! Vou procurar usar melhor os changesets e explicitar que
>> >>>>> > se
>> >>>>> > tratam, pelo menos os mais recentes, de edições nas LMG-xxx. E
>> >>>>> > passarei a
>> >>>>> > usar outras fontes que não o Google. Obrigado pelos toques!
>> >>>>> >
>> >>>>> > Abraços,
>> >>>>> > Vítor
>>
>> >>>>> >
>> >>>>> >
>> >>>>> > Vítor Rodrigo Dias
>> >>>>> > Revisor de textos
>> >>>>> > Tradutor port/ing/port e port/esp/port
>> >>>>> > Telefone: (31) 9895-3975 - TIM
>> >>>>> >
>> >>>>> >
>> >>>>> > Em 16 de maio de 2013 17:16, Gerald Weber <gweberbh em gmail.com>
>> >>>>> > escreveu:
>> >>>>> >>
>> >>>>> >> Oi Vitor
>> >>>>> >>
>> >>>>> >> 2013/5/16 Vítor Rodrigo Dias <vitor.dias em gmail.com>
>> >>>>> >>>
>> >>>>> >>> Sim, sim, já descobri inúmeros erros de nomes e referências no
>> >>>>> >>> Google! Apesar disso, ainda é uma fonte razoavelmente boa para
>> >>>>> >>> se seguir em
>> >>>>> >>> relação aos trajetos das estradas.
>> >>>>> >>
>> >>>>> >>
>> >>>>> >> Nós não temos autorização para usar o Google. Por isto evite.
>> >>>>> >>
>> >>>>> >>>
>> >>>>> >>>
>> >>>>> >>> Tenho colocado source=DER-MG em combinação com tudo o que eu
>> >>>>> >>> tenho
>> >>>>> >>> usado pra definir aquela estrada.
>> >>>>> >>>
>> >>>>> >>> As referências que tenho usado em minhas edições - já coloquei
>> >>>>> >>> todas as AMG e estou no meio do caminho das LMG é o seguinte:
>> >>>>> >>>
>> >>>>> >>> MG-xxx: se pavimentada, primary; se não, tertiary.
>> >>>>> >>> LMG-xxx e AMG-xxx: se pavimentadas, secondary; se não, tertiary.
>> >>>>> >>
>> >>>>> >>
>> >>>>> >> Parece razoável, mas só dá para bater o martelo se fizer a
>> >>>>> >> vistoria
>> >>>>> >> (survey) do trecho.
>> >>>>> >>
>> >>>>> >>>
>> >>>>> >>> A posteriori poderei voltar e tentar fazer uma revisão mais
>> >>>>> >>> precisa
>> >>>>> >>> a partir de suas orientações.
>> >>>>> >>>
>> >>>>> >>
>> >>>>> >> por enquanto é somente uma proposta.
>> >>>>> >>
>> >>>>> >> E por favor procure ser mais explícito quando for trocar as
>> >>>>> >> classificações, eu vi seus changesets (por exemplo
>> >>>>> >> http://www.openstreetmap.org/browse/changeset/16155591) não
>> >>>>> >> trazem uma
>> >>>>> >> explicação do que foi feito.
>> >>>>> >>
>> >>>>> >> Isto é importante pois quem vem depois de você pode ter uma idéia
>> >>>>> >> diferente e trocar tudo de novo . Então é essencial colocar o
>> >>>>> >> comment mais
>> >>>>> >> descritivo, usar source= e usar note= (ou note:pt se for em
>> >>>>> >> português).
>> >>>>> >>
>> >>>>> >> um grande abraço
>> >>>>> >>
>> >>>>> >> Gerald
>>
>> >>>>> >>
>> >>>>> >>
>> >>>>> >> _______________________________________________
>> >>>>> >> Talk-br mailing list
>> >>>>> >> Talk-br em openstreetmap.org
>> >>>>> >> http://lists.openstreetmap.org/listinfo/talk-br
>> >>>>> >>
>> >>>>> >
>> >>>>> >
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>> >>>>> >
>> >>>>>
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