[Talk-br] OSM e TrackSource

Nelson A. de Oliveira naoliv em gmail.com
Quarta Agosto 21 22:22:08 UTC 2013


2013/8/21 Gerald Weber <gweberbh em gmail.com>:
> Por isto não é sequer possível ser tão restrito assim com a origem dos
> dados. Temos de assumir que os dados foram geralmente coletados de boa
> fé. Eu penso que se um usuário coletou os dados mas deu uma
> "conferidinha" no Google ou no Bing isto não invalida os dados. O
> problema está no Crtl-C Crtl-V de algo que não é seu.

Como todo projeto colaborativo a gente assume boa fé, sim, mas em tese
todos que colaboram com o OSM sabem que não devem utilizar fontes que
não possuem permissão (enquanto que, me corrijam se eu estiver errado,
quem trabalha com o TrackSource praticamente está livre para utilizar
o que fornecer os melhores dados).
Nesse ponto a probabilidade (para mim) é de que o TrackSource esteja
mais "contaminado" com fontes não-livres do que o OSM (e justamente
por isso para mim não deve-se utilizar dados de lá).

O sentido de ter rastreabilidade nos dados é que se você pegar
qualquer coisa no OSM, você sabe todo o histórico dele: quem criou,
modificou, apagou, etc.
Não diz, claro, de onde a pessoa obteve os dados (nem tem como
comprovar isso), mas dá para saber exatamente o que todo mundo fez ou
faz.
Dá para saber isso no TrackSource?

O Vitor deu uma explicação boa sobre essa parte de rastreabilidade em
outro e-mail.

E como todos os projetos abertos, a "garantia" de que os dados no OSM
são livres se dá justamente através da fiscalização e verificação por
outras pessoas (como aconteceu com Sobradinho, que iniciou toda essa
discussão).



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